Eu estava até encarando bem tudo isso. Não sei porque agora me atormenta. Bem, eu sei, não, não sei. Deixe-me ver, ontem fui a praia com o Reinaldo. Doce de pessoa que eu amo muito mas ... mas... minha cabeça está muito atordoada ultimamente.
Ok, deixe-me apresentar o Reinaldo. Reinaldo é um guri paz e amor. Tanto que irrita. O foda é querer tirar onda das pessoas e ele querendo dar lição de moral. Porra, brother.. te diverte! Anyway. O guri é do metal (parece contraditório, né?) e fisicamente ele dá essa impressão "metal" também. Vestido de preto com sua larga cabeleira. O outro lado desse geminiano esconde um pequeno buda, alguém interessado pelo bem do outro e que se contenta com um bom livro e uma boa quantidade de álcool no sangue.
Nos últimos meses meu pequeno buda tem sido meu melhor amigo, meu consolo, meu amorzinho, sacas? É quem me anima, me escuta, me dá a real, diz que eu sou especial e enche meu cu de caninha.
Bom, agora já dá pra contar os detalhes de ontem... Fomos à praia. Até aí, nada anormal, já que já fomos a praia outras vezes, mas estranhamente eu estava me sentindo sexualmente muito atraída a ele.
Isso eu ainda acho bastante esquisito. Vejamos, outras duas vezes eu me joguei sobre ele porque queria foder. A primeira eu estava na seca e estava já super trêbada. Na segunda ocasião eu estava louca do cogumelo (e ... não me refiro a esse que tu chamas champignon e vem na pizza). Mas ontem eu estava sóbria. Cem porcento sóbria.
Continuo achando nojentão que ele tenha tanto pêlo no corpo e, principalmente, o fato dele ser HO.MEM. Não sei.. não é que eu ache nojento homem, é só que eu não sei não pensar em mulher. Resumindo, se eu tivesse um namorado ou marido, certamente teria outras mulheres envolvidas no meio que eu não me imagino não tendo relações com mulheres... a real é que o problema é mais fundo. Relação estável com homem é um troço que eu não imagino. Um homem na minha casa é um troço muito bizarro.
E lógico que essas pajas mentales solo me vienen porque yo lo quiero muchísimo a Reinaldo y seria incapaz de hacerle una cabronada. No, tal vez no sea bien eso... El problema es que lo quiero muchísimo y que confundo los sentimientos. Lo quiero tanto que querría que él hiciera parte de mi vida de una manera más profunda pero en contrapartida, sé que eso es imposible, ya que a mi no me gustan los hombres. Creo que esos sentimientos que tengo ahora son solamente sentimientos egoístas. Pasa es que lo quiero mucho y quiero que esté solo conmigo pero no me doy cuenta que yo no quiero que él esté conmigo de esa manera tampoco... No sé, no sé más nada. Me acuerdo de cuando yo dudaba si yo era straight o gay y ahora me pasa lo mismo solo que al revés.
Y en la playa, bueno... entre broma y broma lo pasamos fenomenal. "ah que te quiero" "ah que te agarro" "ah que te beso el cuello"....
Mi corazón dispara y me dan ganas insoportables de follar. Follarlo? tal vez.. tengo un cierto morbo porque nunca lo hice con él y me pica la curiosidad pero... no sé.
Quedamos por la broma nomás, él se va a su casita, yo a la mia.
Llego a mi casa, voy al aseo y sorpresa! Qué inundación es esa en mis bragas? Qué tipo de amigo que causaria eso?
Tengo verguenza... No sé por que él fue tan lejos con sus bromitas, si realmente lo queria o si estaba just having some fun con mis reacciones. Lo quiero, aprecio su amistad, no quiero cagarla.... pero el morbo por lo desconocido.... el morbo por "quizás con él yo no quiera más saber de mujeres...". No, no funciona así. Ese pensamiento tonto lo tube cuando salia con Javier y terminamos como terminamos... que no me quiere ni ver porque dice que yo lo utilicé.
Enfin, aproveché la laguna que tenía por las bragas y esperé a Charlotte, que como siempre, me vino a visitar por 3 horitas, ya que tenia su turno partido.
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