Insanidades e Filosofias de Botequim
sábado, 7 de agosto de 2010
haven't talk about a new girl... but anyway... she doesn't deserve to be mentioned here. so sweet, so tender... but so goddamn fucking aggressive! she has her own way to express what she fells and usually makes me scared! like, whatever she says, if i answer like "wow" or "mmm" she replys "ES LO QUE HAY".... Don't know what u think about this, but for me seems soo aggressive. I'm delicate, babe! I must be treated with sooo much care and luuvvv! ;)))
Hoje vi uma velhinha em uma janela de um prédio. A cena era perfeita para uma fotografia. Uma senhora nos seus oitenta e poucos anos, olhando uma cidade cinza através da sua janela. Eu debaixo, observava uma senhora cansada do calor e com um olhar distante, apático e solitário. Seus caracóis brancos, suas olheiras fundas, seu corpo magro destacando-se em meio aos muitos prédios e muitas janelas. Bela e triste. Pensei então, em quão triste é a solidão na velhice...
Poucas horas antes, eu derramava algumas lágrimas observando um bebê de uns 8 meses no colo do pai. O pai estava sentado no ônibus com o bebê no colo, sentado sob seus braços e com o peito do bebê encostado ao seu. Devido ao calor, o pai põe então o menino sentado em sua perna e o menino logo mostra sua inconformidade começando a chorar. O pai então, volta a pôr o bebê com o peito encostado ao seu e o bebê recosta sua cabeça ao ombro do pai e com sua minúscula mãozinha, aperta fortemente a camisa do pai.
Por mais absurdo que possa parecer, me senti um bebê por um segundo e o cheiro do meu pai em seguida veio a minha mente. Pensei no amor fraternal, na dependência que o bebê tem do pai, nessa necessidade de estar perto do cheiro do pai.... e me senti só.
viernes, 9 de julio de 2010
Não fiz nada de produtivo hoje. Nada. Sequer pensar. O mal da humanidade, creio eu, seja o puto televisor. É simples assim, estou cheia de problemas mas não quero pensar neles, logo, deixo a tv ligada pra poder espairecer, só que venho levando essa vidinha assim já há uns 6 meses. Este ano, definitivamente não é meu ano. Tudo o que teve de positivo o ano passado, tem este de negativo. Sem amigos, sem mulher e meu trabalho tá uma bosta. Só tenho vontade de arrancar meus pentelhos e chorar. Putos cabrones, putos gilipollas. E a Charlotte que quer nada da vida. Quer eu de um lado, a outra do outro. Sério, é i.gual.zi.nho ao que eu vivia com a Sophie nos meus 17 anos. E-mails intermináveis, declarações de amor, vem aqui só pra me foder (e fode bem a puta) e depois me diz que não pode deixar sua Velhota, que a velhota morreria sem ela, que de qualquer forma, eu não quero ficar com ela (até essa facilidade de virar o jogo e fazer eu me sentir culpada por uma situação que ela está causando, até isso ela tem em comum com a Sophie).
Eu estava até encarando bem tudo isso. Não sei porque agora me atormenta. Bem, eu sei, não, não sei. Deixe-me ver, ontem fui a praia com o Reinaldo. Doce de pessoa que eu amo muito mas ... mas... minha cabeça está muito atordoada ultimamente.
Ok, deixe-me apresentar o Reinaldo. Reinaldo é um guri paz e amor. Tanto que irrita. O foda é querer tirar onda das pessoas e ele querendo dar lição de moral. Porra, brother.. te diverte! Anyway. O guri é do metal (parece contraditório, né?) e fisicamente ele dá essa impressão "metal" também. Vestido de preto com sua larga cabeleira. O outro lado desse geminiano esconde um pequeno buda, alguém interessado pelo bem do outro e que se contenta com um bom livro e uma boa quantidade de álcool no sangue.
Nos últimos meses meu pequeno buda tem sido meu melhor amigo, meu consolo, meu amorzinho, sacas? É quem me anima, me escuta, me dá a real, diz que eu sou especial e enche meu cu de caninha.
Bom, agora já dá pra contar os detalhes de ontem... Fomos à praia. Até aí, nada anormal, já que já fomos a praia outras vezes, mas estranhamente eu estava me sentindo sexualmente muito atraída a ele.
Isso eu ainda acho bastante esquisito. Vejamos, outras duas vezes eu me joguei sobre ele porque queria foder. A primeira eu estava na seca e estava já super trêbada. Na segunda ocasião eu estava louca do cogumelo (e ... não me refiro a esse que tu chamas champignon e vem na pizza). Mas ontem eu estava sóbria. Cem porcento sóbria.
Continuo achando nojentão que ele tenha tanto pêlo no corpo e, principalmente, o fato dele ser HO.MEM. Não sei.. não é que eu ache nojento homem, é só que eu não sei não pensar em mulher. Resumindo, se eu tivesse um namorado ou marido, certamente teria outras mulheres envolvidas no meio que eu não me imagino não tendo relações com mulheres... a real é que o problema é mais fundo. Relação estável com homem é um troço que eu não imagino. Um homem na minha casa é um troço muito bizarro.
E lógico que essas pajas mentales solo me vienen porque yo lo quiero muchísimo a Reinaldo y seria incapaz de hacerle una cabronada. No, tal vez no sea bien eso... El problema es que lo quiero muchísimo y que confundo los sentimientos. Lo quiero tanto que querría que él hiciera parte de mi vida de una manera más profunda pero en contrapartida, sé que eso es imposible, ya que a mi no me gustan los hombres. Creo que esos sentimientos que tengo ahora son solamente sentimientos egoístas. Pasa es que lo quiero mucho y quiero que esté solo conmigo pero no me doy cuenta que yo no quiero que él esté conmigo de esa manera tampoco... No sé, no sé más nada. Me acuerdo de cuando yo dudaba si yo era straight o gay y ahora me pasa lo mismo solo que al revés.
Y en la playa, bueno... entre broma y broma lo pasamos fenomenal. "ah que te quiero" "ah que te agarro" "ah que te beso el cuello"....
Mi corazón dispara y me dan ganas insoportables de follar. Follarlo? tal vez.. tengo un cierto morbo porque nunca lo hice con él y me pica la curiosidad pero... no sé.
Quedamos por la broma nomás, él se va a su casita, yo a la mia.
Llego a mi casa, voy al aseo y sorpresa! Qué inundación es esa en mis bragas? Qué tipo de amigo que causaria eso?
Tengo verguenza... No sé por que él fue tan lejos con sus bromitas, si realmente lo queria o si estaba just having some fun con mis reacciones. Lo quiero, aprecio su amistad, no quiero cagarla.... pero el morbo por lo desconocido.... el morbo por "quizás con él yo no quiera más saber de mujeres...". No, no funciona así. Ese pensamiento tonto lo tube cuando salia con Javier y terminamos como terminamos... que no me quiere ni ver porque dice que yo lo utilicé.
Enfin, aproveché la laguna que tenía por las bragas y esperé a Charlotte, que como siempre, me vino a visitar por 3 horitas, ya que tenia su turno partido.
domingo, 4 de julio de 2010
Cá estou eu reiniciando um blog pela terceira vez. Agora tem toda essa moda de twitter e tal, mas ainda não me liguei no assunto. Daí resolvi criar mais um blog porque pelo menos aqui eu sei como é que funciona a coisa. Como também não tenho intuito de divulgar isto aqui (ok, isso é internet, é aberto, eu sei) é muito provável que eu pule de um idioma a outro só porque é a maneira com que as idéias vem a minha cabeça. Estranhamente, as vezes parece que eu tenho um bug cerebral quando eu tento refletir sobre minha vida em espanhol, e daí eu não consigo escrever. Português me parece que as coisas fluem com mais facilidade, entretanto, visto que agora estou morando na Espanha e trabalhando pra uma companhia irlandesa, às vezes o vocabulário em português tranca. É dizer, toda a história vem em português, mas algumas estruturas vêm só em determinado idioma.
Gozado, né? Agora estava lembrando também que a acentuação em português mudou. Eu não faço idéia de como esteja agora, portanto, não se surpreenda se eu escrever "pharmacia" ou coisas do gênero.
Quanto à proposta de fazer um blog, não sei. É dizer, passo agora por uma fase complicadinha em minha vida e espero apenas desabafar. Surgiu então, a idéia do blog. Sei que é podre de sei lá, coisa de loser ter um blog só pra usar como diário, mas vejo isto agora como uma necessidade. De qualquer forma, ninguém é obrigado a lê-lo, não? Isso inclui eu mesma. Muito provável que eu escreva e depois não leia...rs. Anyway, mas não vou pôr aqui nenhuma pauta do que farei. O que surgir na minha cabeça parará aqui.
Finalmente, declaro aberto meu blog de número 3. Vida longa a este.
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